Globo terá ‘Sex and the City’ musical da periferia

Por Folha

Uma “Sex and the City” do subúrbio carioca, com uma pegada musical. Assim é “Sexo e as Nega”, nova série de Miguel Falabella, que estreia em setembro, às terças-feiras, na Globo.

A história gira em torno de quatro amigas da periferia do Rio: a operária Tilde (Corina Sabbas), a camareira Zulma (Karin Hils), a costureira Lia (Lilian Valeska) e a cozinheira Soraia (Maria Bia). As atrizes, que cantam e dançam, saíram de musicais produzidos por Falabella.

Se em “Sex and the City” o foco estava nos dramas e relacionamentos vividos pela turma nova-iorquina de Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker), em “Sexo e as Nega” o que vale são os romances, o sexo e as crises de negras que vivem uma comunidade carente.

O ponto de encontro das meninas da série é o bar de Jesuína (Claudia Jimenez). Lá, elas trocam experiências e confidências.

Dirigida por Cininha de Paula, “Sexo e as Nega” trará, em cada episódio, um videoclipe protagonizado pelo elenco principal, representando os sonhos e as aspirações dessas quatro amigas. Com uma pegada de soul, as músicas, de autoria de Falabella, serão interpretadas pelas atrizes.

O elenco da série também conta com nomes como Marcos Breda, Alessandra Maestrini e Maria Gadlys.

Bancada O “Jornal Hoje” (Globo) manteve a boa audiência na quinta-feira (14), registrando média de 12 pontos. Na quarta-feira (13), o noticiário bateu recorde, com média de 15 pontos. Cada ponto equivale a 65 mil domicílios na Grande São Paulo.

Bancada 2 “Café com Jornal” (Band), que veio para reforçar as manhãs da emissora, ainda não emplacou. Registrou na quinta-feira (14) 0,7 ponto.

Nas ruas A Record estreia no dia 30 de setembro a série “Plano Alto”, de Marcílio Moraes.

Nas ruas A trama terá como tema a política brasileira e as manifestações populares, passando pelos caras-pintadas e os black blocks.

Relógio 24 horas é a soma do tempo dedicado por Globo, Band, Record, SBT e RedeTV! à cobertura da morte de Eduardo Campos (PSB) na quarta-feira (13). O dado é da Controle da Concorrência, que monitora inserções comerciais para o mercado.

Relógio 2 Segundo o levantamento, a Record ficou na data quase nove horas falando sobre o assunto. A Band dedicou cerca de cinco horas, e a Globo, quatro horas.

Relógio 3 A Controle da Concorrência está realizando um estudo sobre a participação dos presidenciáveis no “Jornal Nacional”, calculando o tempo que cada candidato teve na Globo para abordar temas importantes da eleição: saúde, educação, segurança, entre outros.